Não tem nada de especial, só gosto dela, principalmente à noite.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Ainda Roma
Não tem nada de especial, só gosto dela, principalmente à noite.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O que realmente importa
Não estão todos aqui, mas quase todos! :-)
Renata (chefe). Mais uma das várias pessoas que não gosto muito quando conheço pela primeira vez e que depois adoro! :-)ROMA – Parte 3 – Curiosidades Aleatórias
Engraçado como a gente se acostuma rápido com as coisas. Na primeira semana, quando cheguei, pensava sempre em milhões de coisas pra escrever no blog. Agora tudo parece normal. Mas vou tentar lembrar de algumas coisas que me chamaram a atenção:
- Exitem fontes pequeninas nas ruas, por toda a cidade, com água potável. Tem um buraquinho em baixo e um em cima. Normalmente a água cai pelo de baixo, mas você pode tampar com o dedo e aí ela sobe, como em um bebedouro.
- Existem vários quiosques que vendem flores e ficam abertos 24 horas por dia, 7 dias por semana. No começo achamos estranho. Explicaram que o aluguel é bem barato, mas o lugar é pequeno, então não cabem todas as flores. E é mais barato pagar algum imigrante ilegal pra passar a noite vigiando do que alugar um lugar maior. Mas me disseram também que essa é a explicação oficial e na verdade a maioria desses quiosques é de pontos de venda de drogas.
- Não existe garagem (acho que porque as construções são antigas, mas também porque espaço aqui vale muito, então não “gastam” com isso) então as ruas estão sempre cheias de carros estacionados, a qualquer hora do dia ou da noite. Na primeira vez que voltei pra casa de madrugada, achei que era alguma festa.
- O tráfego em Roma é caótico (o tráfico, pelo contrário, é extremamente organizado - viu, Nina, aprendi!) e é muuuito difícil achar lugar pra estacionar. Então tem um mooonte de Smarts pelas ruas (o carrinho minúsculo da Mercedes). Pra mim o mais engraçado é quando eles estacionam no espaço reservado para as motos, ou quando param igual na foto aqui em baixo.
- Ao contrário da Eslováquia, onde nunca vi nenhuma (nenhuma mesmo!) moto, aqui tem um monte (talvez pelos engarrafamentos), principalmente Scooters. A diferença é que elas sempre têm um “para-brisas” bem grande (foto abaixo também).
- Os italianos nem são tão bonitos quanto ouvi falar. São muito bem arrumados, porque são metrossexuais (pra quem não sabe o que é, são os homens muito vaidosos, extremamente preocupados com a aparência. E que por isso acabam parecendo gays). Mas não quer dizer que sejam bonitos.
- Sim, é maravilhoso comer pizza, macarrão, sorvete... apesar de ser tudo diferente das versões brasileira, é muito bom ter as várias opções. Tipo pizza por 1 euro no barzinho da esquina, ou um restaurante chique de massas, com várias opções estranhas (mas .
- Todos os italianos fumam! Muito! (Tá, não são todos, mas os que fumam o fazem pelos que não fumam, aí compensa :P)
- No trem que pegamos para ir pra casa ouvimos espanhol o tempo todo e no ônibus, de madrugada, sempre inglês. Fora isso tem muito turista e imigrante nas ruas, lojas, bares... e eu não sei reconhecer mas dizem que tem muitos romenos, que de acordo com a Sara “estão para a Itália como os nordestinos estão para São Paulo ou como os mexicanos estão para os Estados Unidos”.
- Nunca vimos nenhuma casa, só prédios de apartamentos.
Por enquanto é só. No fim de semana começa a conferência, então devo dar uma sumida de novo... esperem próximas notícias, talvez de Roma, talvez de... sabe-se lá de onde!

Ainda sobre Roma
Obs: Era pra eses post vir depois de "Roma 3 - Curiosidades Aleatórias", mas não consegui tirar ele daqui, então fica primeiro mesmo.
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Oi Thay! Ia responder seu comentário por e-mail, ou lá nos comentários, mas acho que você merece um post especial, já que sempre comenta em todos os posts :-) e é quase sempre a primeira.
Tô apaixonada pela Itália já!! Tem tudo isso que eu falei de ruim e muito mais, só que ao mesmo tempo tem vida! Quando é organizado demais é tudo muito sem graça. Aqui tem movimento, tem gente diferente, tem ação, tem emoção!
E tem pizza, macarrão e sorvete (os melhores do mundo) em toda esquina (só isso já bastaria hahahaha). Tem pessoas falando italiano (amo essa língua!). Em Roma tem as fontes, as estátuas, o Coliseu! Tem o Campi de Fiori, com vários barzinhos legais, tem também o Trastevere, com as boites, pra todo tipo e gosto. Tem gente de tudo quanto é canto do mundo. As pessoas te ajudam a qualquer hora e em qualquer lugar, são super simpáticas. As músicas que tocam na rádio são ótimas (ahhahahhaha). Tem as roupas e sapatos mais lindos (e mais caros!) do mundo.
E está na Europa, né? Apesar de toda a desorganização, o transporte público é muito bom (quando não atrasa :P). É muito conveniente, você acha qualquer coisa que precisar, faz muita coisa em máquinas (tipo pra comprar coisas, desde comida a ingresso de show). Tem a parte histórica em cada esquina e mesmo que você não saiba nada de história (como eu), não tem como se impressionar. Em Roma tem ainda a parte religiosa, que, assim como a história, impressiona mesmo os menos religiosos, pelo poder, pela imponência, pelas conquistas.
E isso que eu só conheci Roma. Ainda tenho que ir em Florência, em Veneza, em Milão. Sempre quis conhecer a Itália e apesar do pouco tempo que passei aqui, já estou completamente apaixonada e já me sinto italiana de coração!
E já que o post é pra vc, não podia faltar muitas fotos, né?
Sei que a foto tá ruim, mas sou eu, num barzinho MUITO legal, com o Coliseu ao fundo. Foi a melhor foto que consegui, considerando a luz e o vidro atrás que refletia o flash.
Mais uma fonte (acho que é na Piazza Navona... já sei chegar nos lugares, mas ainda confundo os nomes. É muita Piazza :P)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
ROMA – Parte 2 – Dia a dia

Dentro do Panteão (estava chovendo lá dentro, então era pra ser engraçada a foto, mas não dá pra ver :P)
Tem várias fontes por Roma, acho que essa é na Piazza Navona Adoro as fontes! A minha favorita é na Praça da República, mas não tem nenhuma foto boa ainda.
Fontana di Trevisegunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
ROMA – Parte 1 – A Chegada
Olá pessoas! Desculpa a demora, já estou há mais de 15 dias em Roma e ainda não postei nada aqui... mas agora vai um monte de uma vez hehehehe. Vou dividir em partes pra ficar menos chato.
Quando estava quase saindo de casa para pegar o trem, de Žilina para Bratislava, meu roomate foi me ajudar a carregar a mala e me lembrou que eu tinha limite de peso. Não tinha nenhuma balança perto (não tem balança em farmácia aqui, que é onde eu pesava no Brasil antes de viajar), mas chcegamos a conclusão de que eu tinha pelo menos 35 kg e poderia levar só 20. Como eu tinha só 10 minutos pra pegar o ônibus, tirei só as coisas mais pesadas como bebidas (estava trazendo cachaça para o Global Village), lá shampoo (poderia comprar aqui), cremes e perfumes (alguns não preciso, se precisasse poderia comprar aqui). Mesmo assim a mala estava muito pesada. Como foi para Bratislava no sábado, passar a noite deixei metade das roupas lá, na casa do MC da AIESEC, onde dormi. Peguei o avião no domingo de manhã. Chegando em Roma peguei um trem e foram me buscar na estação próxima ao escritório.
Sempre quis conhecer a Itália, e tinha expectativas bem altas. E ao invés de comparar com o Brasil, ou com a Nigéria, claro que comparei com a Eslováquia (comparei com todos, mas o impacto maior foram as diferenças de onde estive por último).
Primeiras impressões: tudo sujo, pichado, mal cuidado. Trens atrasados, um frio sem graça (sem neve), ventando muito, céu cinza. Pessoas esquisitas, trens atrasados, tudo muito caro. Acho que pelas expectativas altas, acabei me decepcionando um pouco. Não fiz nada no domingo, só conheci as pessoas que vão trabalhar comigo e fui pra casa.
Ah! Já ia esquecendo! O que vim fazer aqui?
Pra quem acompanha o blog desde o começo, deve lembrar que eu passei 2 meses em São Paulo, ano passado, organizando uma conferência internacional da AIESEC. Aqui é o trabalho é a mesma coisa, mas a situação um pouco diferente. Em Sampa éramos 55 pessoas, morando juntas em um hotel. Criamos laços muito fortes, porque ficamos confinados lá todo o tempo.
Aqui somos 25 pessoas, 10 em um apartamento alugado, 5 em um hostel, 2 em casas de família e eu, a Sílvia (romena que trabalhou comigo em SP) e a Sara (brasileira) na “casa de visitas” de uma cobertura de um casal italiano, no subúrbio de Roma (tá, essa última frase foi só pq achei “chique”). Temos nossa cozinha, nosso banheiro, nossa chave. Só que fica fora de Roma, meio atrás do Vaticano, daí temos que pegar um trem e um metrô todo dia pra vir pro escritório, o que demora cerca de uma hora. E se viermos bem cedo, junto com o resto do mundo que está indo trabalhar, tem hora que não cabe todo mundo e temos que esperar o próximo. Fora essa demora no tráfego, acho que nós 3 ficamos no melhor lugar (os outros têm q dividir o banheiro com muita gente).
Mais do meu dia-a-dia no próximo post.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Notícia de jornal
http://www.compassnews.net/news/index.php?option=com_content&view=article&catid=42%3Acommunity&id=2365%3Aaiesec-to-train-ekiti-youths-on-self-reliance&Itemid=62
Notícia em um jornal da Nigéria, de quando demos a entrevista coletiva sobre o Congresso Internacional de Desenvolvimento, que aconteceu lá. A notícia é antiga, mas eu ainda não tinha visto. E tem só uma frase minha, mas mesmo assim: saí no jornal! hehehehehhehe
VIENA (14/01/2008)
Pra não contar a história toda, vou só dizer que preciso de um documento da Embaixada Brasileira e como não tem aqui na Eslováquia, precisei ir em Viena, capital da Áustria pra buscar. Detalhe: Bratislava fica a 202 km da minha cidade e Viena fica a 277 km, então nem fez muita diferença.
Saí de casa às 5 da manhã e peguei o trem. Sempre consegui dormir em ônibus quando estava viajando, mas nos trens nunca consigo, não sei por quê. Chegando lá foi bem fácil achar a Embaixada (obrigada, google maps!). Em 20 minutos estava tudo pronto. Fui passear em Viena.
Estava nevando MUITO! Adoro neve, mas não é tão bom ficar andando a toa nela. Quando começa a derreter no casaco ele fica todo molhado e se molha dentro da bota, as meias (três naquele dia) ficam molhadas o dia todo. Então entrei no primeiro museu que vi. Foi legal, contava a história de Viena, com várias fotos e maquetes de como era antigamente, roupas e móveis antigos, essas coisas. Tinha umas pinturas e esculturas também, meio sem graça.
Entrada do Museu, nevando bastante
Como a neve diminuiu fui passear de novo, sempre “seguindo” meu mapinha que peguei no balcão de informações da estação de trem. O ‘seguindo’ tá entre aspas por que todas as vezes que eu parava pra perguntar onde eu estava, só pra confirmar, eles me apontavam um lugar totalmente diferente de onde eu achava que estaria.
Mapa do centro de Viena
Mas consegui ver todos os lugares que queria e tirar muita foto (que não ficaram boas, por causa da neve, mas pelo menos tenho). Só não consegui entrar na ópera. Não entendi por onde entra (hahahha). Mas nem me senti muito burra porque tinha vários outros turistas lá que também não conseguiram.
Ópera
Depois do almoço (pão assado com queijo e bacon e chocolate quente, numa estação de metrô), estava passeando (perdida mais uma vez) e vi um menino olhando o mapa, também tentando se achar. Pensei em parar e pedir ajuda, mas ele parecia mais perdido que eu, então desisti e fui tirar umas fotos.
Lugar onde eu estava perdida
De repente escuto: “Brasileira?”. Ele reconheceu o símbolo do Hopi Hari no meu gorrinho. Se chama Gabriel, é de São Paulo e está fazendo mochilão pela Europa, sozinho, por conta própria. Me mostrou onde estávamos no mapa e decidimos continuar o resto do passeio juntos. Ah! E ele também não conseguiu entrar na ópera :-).
Eu e o Gabriel - companhia graças ao gorrinho
Vimos quase todos os pontos turísticos importantes, mas não sabíamos nada sobre eles. Como Viena é aqui pertinho, quero voltar lá outra(s) vez(es).
Foto com o parlamento ao fundo, o Gabriel que tirou
Concordamos que viajar assim enjoa, sempre vendo um monte de prédios antigos (sempre tem a Catedral, o Castelo, o Parlamento, a Praça Central) e sem entender muito sobre a história. Concordamos que falamos que vamos olhar depois na internet, ler sobre o lugar, mas provavelmente não vamos nada. Concordamos que é um saco fazer essas viagens quando está tão frio e deve ser bem melhor no verão. Concordamos que é chato não ter foto da gente no lugar, porque não dá pra pedir pra alguém aleatório na rua tirar. Da próxima vez vou tentar arrumar um guia turístico, ou pelo menos ler antes sobre os lugares, sobre a história. Ou arrumar alguém que conhece pra acompanhar. Acho que vai ser mais interessante. De preferência no verão.
É muito difiicil tirar essa neve que fica na pontinha da bota, aí ela derrete e molha a meia
Lanchamos no McDonalds (o sanduíche tem exatamente o mesmo gosto, mas a batata frita é diferente e mais gostosa) e no fim da tarde voltei pra Žilina. O Peng foi me “buscar” (a pé) na estação e fomos jantar. Restaurante novo, comida eslovaca, bem gostosa, pra terminar mais um dia que passei "num país aqui do lado".
domingo, 11 de janeiro de 2009
Barzinho



























